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Lição 13

22 a 29 de março


Vida da nova aliança

 


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Rute

VERSO PARA MEMORIZAR: "O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10:10).

NESTE TRIMESTRE ESTUDAMOS A ALIANÇA, que (para simplificar) é, basicamente Deus dizendo: Será assim que os salvarei do pecado. Ponto. Em outras palavras, a aliança define para nós o modo designado por Deus para redimir a humanidade caída.

Embora o resultado, o grande final da promessa da aliança, evidentemente seja a vida eterna em um mundo novo, não temos que esperar a chegada daquele dia para desfrutar as bênçãos da aliança. Deus Se interessa pela nossa vida agora; quer o melhor para nós agora. A aliança não é um negócio no qual você faz isso, isso e aquilo e então, muito tempo depois, você consegue a recompensa. As recompensas e dons são bênçãos que os que entram pela fé na relação de aliança podem obter aqui e agora.

A lição desta semana, a última da nossa série sobre a aliança, enfatiza algumas dessas bênçãos imediatas, algumas promessas que vêm pela graça de Deus ao nosso coração porque, quando ouvimos bater, abrimos a porta. É claro que existem muito mais bênçãos do que poderemos mencionar nesta semana. Mas estas são apenas o começo, um começo de algo que realmente nunca vai acabar.


Domingo

Ano Bíblico: I Sam. 1–3

Alegria

"Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa" (I João 1:4).

Pense no que João escreveu. Em palavras simples, ele expressa uma das grandes vantagens que, como povo da aliança, nós temos: a promessa da alegria.

Como cristãos, freqüentemente nos é dito que não devemos nos basear nos sentimentos, que fé não é sentimento, e que precisamos ir além dos nossos sentimentos, e é verdade. Mas, ao mesmo tempo, não seríamos seres humanos se não fôssemos criaturas de sentimentos, emoções e diferentes estados de ânimo. Não podemos negar os sentimentos; o que precisamos fazer é entendê-los, dar a eles seu papel adequado e, tanto quanto possível, mantê-los sob controle. Mas negar os sentimentos é negar o que significa ser humano. Realmente, como este verso diz, não só devemos ter sentimentos (neste caso, a alegria), mas a alegria deve ser plena. Dificilmente parece que deveríamos negar os sentimentos, não é?

1. Leia o contexto do verso acima, começando no princípio do capítulo. O que João estava escrevendo aos primeiros cristãos e que esperava que os enchesse de plena alegria? E por que essa esperança deveria lhes dar alegria?

João foi um dos primeiros entre os doze discípulos. Ele esteve presente quase a partir do início do ministério de três e anos e meio de Cristo, testemunhando algumas das coisas mais surpreendentes sobre Jesus (ele também esteve junto à cruz, no Getsêmani e na transfiguração). Assim, como testemunha ocular, ele certamente era bem qualificado para falar sobre este assunto.

Também note que a ênfase não está nele mesmo; está no que Jesus fez pelos discípulos para que eles agora tivessem comunhão não só uns com os outros mas com o próprio Deus. Jesus abriu o caminho para entrarmos nesse relacionamento íntimo com Deus; e um resultado desse companheirismo – esse relacionamento – é a alegria. João quer que eles saibam que aquilo que ouviram sobre Jesus é verdade (ele O viu, tocou, sentiu e ouviu), e assim também eles podem entrar em um feliz relacionamento com o Pai Celestial, que os ama e a eles Se entregou por meio de Seu Filho.


Segunda

Ano Bíblico: I Sam. 4–6

Livre de culpa

"Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Rom. 8:1).

Uma jovem foi brutalmente assassinada, e o assassino era desconhecido. A polícia preparou uma armadilha, colocando um microfone em sua sepultura. Certa noite, meses depois da morte, um rapaz aproximou-se da sepultura e, ajoelhado e chorando, suplicou perdão à jovem morta. A polícia estava monitorando as palavras e o prendeu pelo crime.

O que levou esse homem para a cadeia? Foi a culpa, naturalmente.

Nenhum de nós (esperamos) cometeu coisa tão terrível como aquele moço. E, mesmo que não tenhamos feito algo semelhante, todos lutamos vez ou outra com a culpa, porque todos somos pecadores. Todos somos culpados, todos já fizemos coisas de que nos envergonhamos, coisas que desejaríamos desfazer se pudéssemos.

Mas, graças a Jesus e ao sangue da nova aliança, nenhum de nós precisa viver sob o estigma da culpa porque fomos perdoados por Deus. É triste que outros não nos possam perdoar, mas os outros não são Deus, os outros não são o Criador e Mantenedor do Universo, os outros não são isentos do pecado, santos e perfeitos, os outros não são o Juiz final. Só Deus é juiz e, de acordo com o texto de hoje, não existe condenação contra nós por parte desse Deus. O Juiz considera que não somos culpados, nos considera como se não tivéssemos cometido as coisas das quais nos sentimos culpados.

2. Como estes versos nos ajudam a entender o texto de hoje? João 5:24; Rom. 3:24 e 25; II Cor. 5:21

Uma das grandes promessas de viver em um relacionamento de aliança com Deus é que não temos mais que viver sob o fardo da culpa. Por causa do sangue da aliança, podemos ter erguido o fardo da culpa. Quando Satanás sussurrar aos nossos ouvidos que somos maus, que somos pecadores demais para sermos aceitos por Deus, podemos fazer o que Jesus fez quando Satanás O tentou no deserto: podemos citar as Escrituras, e um dos melhores versos para citar é Romanos 8:1.


Terça

Ano Bíblico: I Sam. 7–10

Nova aliança e novo coração

"E, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus" (Efés. 3:17-19).

Como algumas lições deste trimestre mostraram, a nova aliança é aquela em que Deus põe a lei em nosso coração (Jer. 31:31-33). Não é só a lei que está lá, mas, de acordo com os textos de hoje, Cristo também está, e isso faz sentido, pois Cristo e Sua lei estão ligados muito de perto. Assim, com a lei de Cristo em nosso coração, e com Cristo habitando ali também (a palavra grega do texto acima traduzida ‘habitar’ também significa "instalar-se", dando a idéia de permanência), chegamos a outro grande benefício da aliança, que é um novo coração.

3. O que significa um "novo coração"? Que mudanças serão vistas nos que têm um novo coração?

Leia novamente o texto de hoje. Note que Paulo destaca o amor, dizendo que devemos ser "arraigados" no amor. Estas palavras dão idéia de estabilidade, firmeza e permanência no fundamento do amor. Nossa fé não significa nada se não estiver arraigada no amor a Deus e aos outros (Mat. 22:37-39; I Coríntios 13). Esse amor não está no vazio. Pelo contrário, ele nos vem porque obtivemos um vislumbre do amor de Deus por nós (amor que "excede todo entendimento") como foi demonstrado por Jesus. Como resultado nossa vida é mudada, nosso coração é transformado, e nos tornamos novas pessoas com novos pensamentos, novos desejos e novos ideais. É nossa reação ao amor de Deus por nós, que transforma nosso coração e provoca amor aos outros.

4. Leia I João 4:16. Como este texto se relaciona com o que Paulo escreveu em Efésios 3:17-19?


Quarta

Ano Bíblico: I Sam. 11–13

Nova aliança e vida eterna

"Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em Mim não morrerá, eternamente. Crês isto?" (João 11:25-26)

Existem duas dimensões da vida eterna. A dimensão presente traz ao crente uma experiência da vida abundante agora (João 10:10), e isso inclui as muitas promessas que foram dadas para a nossa vida aqui na Terra.

A dimensão futura, naturalmente, é a vida eterna – a promessa da ressurreição do corpo (João 5:28 e 29; 6:39). Embora ainda esteja no futuro, é aquele evento que faz todos os outros valerem a pena, aquele evento que envolve todas as nossas esperanças como cristãos.

5. Estude o verso de hoje. O que Jesus está dizendo? Onde se encontra a vida eterna? Como entendemos as palavras de Jesus de que os que vivem e crêem nEle, ainda que morram, viverão, e que nunca morrerão? (Veja Apoc. 2:11; 20:6 e 14; 21:8.)

É evidente que todos morremos, mas, de acordo com Jesus, essa morte é apenas um sono, um hiato temporário que – para os que crêem nEle – acaba na ressurreição da vida. Quando Cristo voltar, os mortos em Cristo vão surgir imortais, e os seguidores vivos de Cristo, no piscar de um olho, vão ser transformados para a imortalidade. Tanto os mortos como os vivos que são de Cristo terão o mesmo tipo de corpo ressuscitado. Vai ser então que a imortalidade vai começar para o povo de Deus.

Que grande alegria saber agora que nosso fim não está na sepultura mas que não existe fim, que vamos ter uma nova vida para sempre!

"Cristo tornou-Se uma mesma carne conosco, a fim de nos podermos tornar um espírito com Ele. É em virtude dessa união que havemos de ressurgir do sepulcro – não somente como manifestação do poder de Cristo, mas porque, mediante a fé, Sua vida se tornou nossa. Os que vêem a Cristo em Seu verdadeiro caráter, e O recebem no coração, têm vida eterna. É por meio do Espírito que Cristo habita em nós; e o Espírito de Deus, recebido no coração pela fé, é o princípio da vida eterna." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 388.


Quinta

Ano Bíblico: I Sam. 14–16

Nova aliança e missão

"Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" (Mat. 28:19 e 20).

No mundo inteiro, as pessoas freqüentemente se debatem com o que o escritor sul-africano Laurens Van Der Post chamou de "o fardo da falta de significado da vida" As pessoas recebem o dom da vida, mas não sabem o que fazer com ela, não sabem qual é o propósito desse dom, e não sabem como usá-lo. É como dar a alguém um carregamento de livros raros, e essa pessoa não saber ler, mas usar os livros para fazer fogueiras. Que terrível desperdício de algo tão precioso!

Para o cristão da nova aliança, no entanto, esse problema não existe. Ao contrário. Os que conhecem (e experimentaram pessoalmente) as notícias maravilhosas de um Salvador crucificado e ressuscitado, que morreu pelos pecados de cada ser humano em todos os lugares para que todos tivessem vida eterna, conhecem a alegria. Considerando o chamado em Mateus 28:19 e 20, o crente certamente tem uma missão e propósito de vida, que é espalhar ao mundo a maravilhosa verdade que experimentou pessoalmente em Cristo Jesus. Que privilégio! Quase tudo mais que fazemos vai acabar quando este mundo terminar. Mas a pregação do evangelho aos outros é um trabalho que vai produzir resultado para a eternidade. Que sentido de missão e propósito!

6. Separe os diversos elementos dos versos de hoje. Quais são as coisas específicas que Jesus está dizendo para fazermos, e o que está incluído em cada uma? Que promessas nos dão fé e coragem para fazer o que Cristo ordena?

Como cristãos da nova aliança, recebemos um claro mandato do próprio Deus. Não importa quem somos e nem nossa condição de vida, nem mesmo quais sejam as nossas limitações, podemos todos ter um papel. Você já fez alguma coisa? Pode fazer mais? O que sua classe pode fazer, em conjunto, para ter um papel maior nesse trabalho?


Sexta

Ano Bíblico: I Sam. 17–19

Estudo Adicional

Leia, de Ellen G. White, O Grande Conflito, págs. 635-645; Caminho a Cristo, págs. 115-126. "Venha, meu irmão, venha assim como está, pecaminoso e poluído. coloque seu fardo de culpa sobre Jesus, e pela fé reclame Seus méritos. Venha agora, enquanto existe misericórdia; venha com confissão, venha contrito de coração, e Deus o perdoará abundantemente. Não se atreva a desprezar esta oportunidade. Ouça a voz da misericórdia que agora insiste com você para ressuscitar para que Cristo lhe dê a luz. Cada momento agora parece ligar-se diretamente com os destinos do mundo invisível. Então não deixe que seu orgulho e incredulidade o levem a rejeitar ainda mais a misericórdia oferecida. Caso contrário, você será deixado para lamentar no final: ‘passou a sega, findou o verão, e não estamos salvos’." – Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, vol. 5, pág. 353.

PERGUNTAS PARA CONSIDERAÇÃO:

1. "Ao nos compararmos com o cosmo", escreveu Francisco José Moreno, "ficamos cientes de nossa ignorância e completa impotência; e isso nos deixa inseguros. Como resultado, temos medo." – Between Faith and Reason: Basic Fear and the Human Condition [Entre a Fé e a Razão: Medo Básico e a Condição Humana], pág. 7. Compare esta declaração com o que você estudou esta semana em Efésios 3:17-19. Comente as diferenças entre os dois sentimentos.

2. Deus nos promete alegria como crentes em Jesus. Alegria é o mesmo que felicidade? Temos que estar sempre felizes? Se não estivermos, existe alguma coisa errada em nossa experiência cristã? Que lições podemos tirar da vida de Jesus para entender as respostas a estas perguntas?


Auxiliar e Comentários Adicionais


Esboço

Texto-chave: João 10:10

Objetivos:

1. Ilustrar como a aliança nos liberta do fardo da culpa.

2. Prover uma explicação sobre o que significa ter um novo coração.

3. Mostrar como nossa aliança com Cristo acrescenta significado à vida.

Esboço:

I. Alegria na aliança

A. Alegria na promessa de esperança.

B. Alegria na vinda de Cristo como cumprimento da aliança naquele tempo e agora.

C. Alegria em nosso relacionamento pessoal com Deus.

II. A luta contra a natureza pecaminosa

A. A vergonha de nossa insuficiência.

B. Na aliança temos a promessa de que nosso fardo de culpa será erguido se cumprirmos a nossa parte.

C. As provisões de um intermediário para interceder pelo nosso caso diante do trono do juízo.

III. O fundamento da aliança está arraigado em amor e fé.

A. Aceitar a aliança com Deus é abrir a vida ao amor de Deus.

B. Jesus foi o cumprimento da aliança e manifestação do amor de Deus.

C. A vida eterna é a recompensa por mantermos nossa parte da aliança.

Resumo:

A aliança entre Deus e a humanidade vai além de conceitos religiosos. Ela define nosso relacionamento com o Céu. Aceitando a aliança, abrimos a vida ao amor de Deus e à Sua promessa de salvação.

Comentários

"A alegria é tanto uma palavra cristã como uma coisa cristã. É o inverso de felicidade. A felicidade é o resultado de coisas agradáveis que nos acontecem. A alegria brota de uma fonte profunda no interior. E essa fonte nunca seca, não importa o que aconteça. Só Jesus dá essa alegria. Ele tinha alegria, cantando Sua música, mesmo sob a sombra da cruz. É uma palavra e uma coisa desconhecida, a não ser que Ele a coloque em nós." – Samuel Dickey Gordon; "A alegria é o eco de Deus dentro de nós." – José Marmion, compilado por Frank S. Mead, págs. 258.

I. Alegria

"A alegria do Senhor deixa um homem tão tranqüilo, tão quieto, tão celestial, que ele vive acima do mundo. Que grande vida é essa a de Abraão. Ele tem suas provas, e algumas delas são intensas, mas caminha pela estrada da História com um passo quase silencioso, deslizando como se tudo fosse fácil. O registro diz que ‘o Senhor em tudo o havia abençoado’; mas nas páginas anteriores lemos das provas com Ló, com Hagar e Ismael e a maior prova com Isaque. A fé transformou suas provações em bênçãos, e sua alegria interior, como a vara de Arão, engolia todas as varas de suas aflições. A mesma estrada está aberta para nós, e temos os mesmos motivos para entrar nela, visto que o Deus de Abraão é nosso Deus para sempre. Aquele que pode viver pela fé deve ter sobre si uma provisão constante do óleo da alegria pelo Espírito Santo, e seu luto deve desaparecer." – Charles Spurgeon, ""The Oil of Joy for Mourning", Spurgeon’s Expository Encyclopedia, vol. 10, pág. 61.

II. Livre de culpa

A fé, como a roda de uma carruagem, nos conduz para os portais da graça. Crer em Cristo significa crer que a morte de Cristo possui o poder de erradicar todo pecado passado. Isso é chamado de justificação pela fé. Crer em Cristo significa crer que o Paracleto (o Consolador cósmico), por intermédio do sacerdócio de Cristo, pode conceder graça onipresente para superarmos todas as deficiências de caráter. Isso é chamado de santificação pela fé. Crer em Cristo simplesmente significa confiar em Sua onisciência. Significa apoiar toda a personalidade na graça imaculada e transformadora da Ressurreição e da Vida. Sim, somos salvos pela graça, mas a fé é veículo que nos transporta para o ponto de encontro da graça.

III. Nova aliança e novo coração

Em Efesios 3:17, "Paulo queria que os crentes mantivessem uma experiência consistente para que Cristo realmente 'Se sentisse em casa' permanentemente. Quando Ele puder 'acomodar-Se e sentir-Se em casa', o testemunho do cristão será coerente.

"Paulo [também] orou para que os crentes compreendessem... a riqueza irresistível do evangelho e do amor de Cristo. ...

"É como explorar uma mina de diamante. Quanto mais longe e mais fundo nós vamos, mais tesouros descobrimos e mais desejo temos de adquirir tudo o que Deus deseja prover para nós.

Em seguida, "Paulo orou para que os crentes ‘conhecessem o amor de Cristo, que excede todo entendimento’. Esta não é uma repetição do pensamento do verso 18, mas é um chamado para experimentarmos pessoalmente esse vasto amor de Deus. Não teremos um conhecimento apenas teórico e intelectual desse amor, mas também uma experiência real e pessoal. A palavra grega usada aqui (gno'-sis) é freqüentemente usada no Novo Testamento para o conhecimento experimental.

"Por fim, Paulo orou para que os cristãos fossem ‘tomados de toda a plenitude de Deus’. Cristo era ‘cheio de graça e de verdade’ (João 1:14), que descreve a glória de Deus, Seu caráter." Stanley M. Horton, ed., The New Testament Study Bible, Galatians-Philemon, pág. 131. (Leia Efés. 3:17-19.)

IV. Nova aliança e vida eterna

"A esperança imortal dispersa a escuridão! Um anjo está assentado ao lado da tumba." – Sarah Flower Adams, "Os pranteadores vieram ao romper do dia"; "Creio que nossas cinzas alienadas e divididas devem unir-se novamente; que nosso pó espalhado, depois de tantas peregrinações e transformações em elementos minerais, vegetais e animais, devem, sob a voz de Deus, voltar à forma primitiva e ajuntar-se novamente para compor suas formas primitivas e predestinadas." – Sir Thomas Browne, Religio Medici I; "A ressurreição não pode ser domada nem limitada por qualquer teste utilitário. É um grande divisor de águas da História, caso contrário, não seria nada. Sua veracidade não pode ser testada; é a prova de verdades menores. Nenhuma luz pode ser lançada sobre ela; sua própria luz cega o pesquisador. Não força a crença; resiste a ela. Mas uma vez aceita como fato, diz mais sobre o Universo, sobre a História e sobre o estado e destino do homem do que todas as montanhas de outros fatos na acumulação humana." – Editorial na revista Life, 1956, compilado por Frank S. Mead, págs. 378 e 379.

V. Nova aliança e missão

"Só em Cristo poderia Israel como nação ter permanecido como verdadeiro povo da aliança de Deus. Ao rejeitar Jesus como Rei messiânico de Deus, a nação judaica falhou no teste decisivo de cumprir o propósito de Deus para os gentios. Porém, Cristo renovou a aliança de Deus com Seus doze apóstolos. Outorgou o divino chamado ao Israel antigo sobre Seu rebanho messiânico, para ser a luz do mundo (Mat. 5:14) e fazer ‘discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo’ (Mat. 28:19). Deus não dependia da nação judaica para o cumprimento de Seu propósito divino para todos os homens. Seu plano não podia ser contrariado ou retardado pela rejeição do Messias por Israel. O dia do Pentecostes provou que Deus estava ‘no horário’." – Hans K. LaRondelle, págs. 103 e 104.


Estudo Indutivo da Bíblia

Textos: Romanos 2:15; 3:19; II Coríntios 4:17; Filipenses 4:4; I João 1:4

1. Muitos passam a vida procurando felicidade, que normalmente é bastante enganosa. Alegria, um dos frutos do Espírito, é algo que devemos esperar. Qual é a diferença entre felicidade e alegria? A alegria, como a felicidade, é algo que podemos alcançar por nós mesmos, ou é, como a salvação, algo que nos é dado?

2. Existem muitas coisas que somos capazes de fazer e que são dignas de sentimentos de culpa. Deus, por meio de Cristo, nos oferece uma forma de escapar dessa culpa. Isso significa necessariamente que podemos ou devemos deixar de nos sentir culpados? É irresponsável fazer isso?

3. Muitas vezes ouvimos a expressão: "Deixe que a consciência seja seu guia". A consciência é a mesma coisa que o novo coração, que em vários lugares na Bíblia Deus promete dar? A consciência é realmente um guia confiável?

4. Jesus nos promete vida eterna por meio da fé nEle. Por que a vida eterna é algo a se desejar? Ela significa algo diferente de simplesmente viver um dia depois do outro, sem um fim à vista? Como você acha que a vida eterna com Cristo vai ser diferente da nossa existência atual em termos de qualidade?

5. Nossa tarefa atual como cristãos no mundo é divulgar as boas-novas de Cristo ao mundo. Significa que todos os cristãos devem ter a personalidade persuasiva dos vendedores? Como Cristo pode usar toda a variedade de personalidades e talentos para levar Sua mensagem aos que precisam dela?


Testemunhando

Passe por qualquer Escola Sabatina das crianças, e você vai ouvir as vozes cantando: "Por dentro, fora, no alto, embaixo, sempre sou feliz!"

Nós cantamos sobre alegria, falamos sobre alegria, e sabemos que como cristãos, devemos ter alegria. Mas como mostramos essa alegria aos que estão ao nosso redor?

Ellen G. White escreveu em O Desejado de Todas as Nações: "Nunca deveríamos dar ao mundo a falsa impressão de que os cristãos são uma gente triste, descontente." – Págs. 152 e 153.

A alegria parece estar tão perto, e ao mesmo tempo longe demais para alcançarmos? Você está procurando alegria em uma pessoa, um emprego, roupas novas ou envolvimento na igreja? Você só pode ter alegria quando aceita o novo coração que Jesus lhe oferece. Em João 10:10, Ele diz: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância".

A alegria vem de compreender quem você é e como sua vida se enquadra com o projeto do Criador, que nunca muda nem nos ilude. Você é único. Não existe ninguém mais que pode oferecer ao mundo o mesmo tipo de alegria que Jesus quer pôr em seu coração. O mundo precisa ver sua alegria sem igual. Como, e com quem, você pode compartilhar essa alegria hoje?


Aplicações à vida diária

Ponto de Partida:

Folheando um livro de citações, você vai notar que as citações mais fascinantes são as feitas por pessoas no leito de morte! As últimas palavras de um ateu famoso foram: "Estou para dar um terrível salto no escuro!" Todas as alianças de Deus, todas as Suas promessas estão unidas em um simples desejo – Ele quer nos salvar do pecado. Com o fim da vida, vem o veredicto de nossa relação de aliança.

Perguntas para consideração:

1. Um pastor disse: "Eu creio em confissões no leito de morte. Sei que Deus as aceita, mas tenho que admitir que fico um pouco inseguro a respeito delas. Não posso deixar de perguntar se a confissão é absolutamente genuína!" É natural especular sobre os motivos de outros. Como Deus considera o pecador que se aproxima pedindo salvação? Como o conhecimento que Deus tem do futuro afeta a resposta?

Perguntas de aplicação:

1. Dois ladrões pendiam, um de cada lado de Jesus. Um zombou dEle. O outro pediu salvação. Com que confiança uma pessoa pode reclamar a promessa de Deus depois de anos vivendo longe dEle? Note que Jesus não falou com o ladrão até o ladrão falar com Ele. O que este fato nos diz sobre o papel do Espírito Santo? Como esse fato nos ajuda a entender que podemos pedir a salvação, não importa quão desesperados possamos estar? O ladrão viveu pouco tempo depois de aceitar a Cristo. Mas que influência a vida dele como cristão pode ter sobre os outros? Como essa relação de aliança com Deus pode afetar nossa resposta às missões e ao evangelismo?

2. Alguém disse que o ladrão salvo na última hora "tropeçou" para dentro do Paraíso. Não importa quando aceitamos a Cristo, todos nós vamos "tropeçar" para o Céu! Não existe outro caminho para chegarmos lá, porque somos pecadores miseráveis que, sem a graça de Deus, continuaremos desajeitados. Algumas pessoas tentam aproveitar-se da graça, esperando aceitar a Cristo depois que tiverem vivido como bem entenderem. Como você convenceria essa pessoa da importância de aceitar a Cristo agora, em vez de esperar até a última hora?

3. Ambrósio, um pregador cristão da igreja primitiva, disse: "Quanto mais rica era a graça de Cristo do que a oração do malfeitor!" Por que às vezes questionamos nosso cristianismo quando existe graça de Deus mais do que suficiente para compensar todos os nossos pecados? Por que ser cristão é mais importante do que exibir esse título? Ser cristão significa que você vai ser salvo? Explique. Que versos você citaria para confirmar sua salvação?


 

comentário i

 

comentário ii

 

“O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10:10).

 

         A aliança que estudamos neste trimestre implica em algumas coisas muito importantes:

ð            Da nossa parte, que creiamos em JESUS e o aceitemos, confiando n’Ele;

ð            Seremos então perdoados, justificados e se inicia o processo de santificação;

ð            E, já aqui na Terra, teremos uma nova vida, ainda não a perfeição, mas uma vida com algum sabor da perfeição.

ð            A perfeição teremos quando JESUS voltar e completar o que foi estabelecido na aliança: como se procede o processo de salvação.

Nesta semana, a última desse trimestre, estudaremos algumas das recompensas de aceitar a aliança com DEUS. Essas recompensas são muitas, mas o aprofundamento será em algumas delas. Eis uma pequena listagem de recompensas que poderemos ter já aqui na Terra, além das que iremos aprofundar um pouco mais: paz interior; sensação da força para vencer nos momentos difíceis; sentir a presença de DEUS; segurança quanto ao futuro; consolo em caso de morte de parentes ou amigos; poder falar com DEUS e saber que Ele nos está ouvindo; poder ler a Bíblia, a Sua palavra; ter o prazer de reunir-se com outros da mesma fé; saber de vitórias que outros alcançam; saber como no mundo o trabalho de evangelização avança; poder participar desse trabalho; ver vidas sendo transformadas; ver nossa própria vida sendo transformada; ser liberto de uma situação muito difícil; ver os milagres de DEUS operados em nós ou em pessoas conhecidas; viver em harmonia na família onde todos se amam; o dia de sábado, em si, é algo maravilhoso; estudar e meditar sobre as maravilhas sobre o reino de DEUS; ver o cumprimento das profecias e saber que JESUS volta logo; saber que apesar de pecadores, DEUS nos ama (como isso faz bem!); ter o prazer de orações atendidas; ter uma vida muito mais saudável; desenvolver uma inteligência superior; entender os tempos e, apesar do futuro negro aqui na Terra, estar calmo e sentir-se seguro, e muito mais.

O verdadeiro cristão saboreia cada gota dessas recompensas. Ele vive bem melhor que as demais pessoas. Todas essas recompensas dão-lhe uma segurança que de outra forma seria impossível. São vislumbres de um futuro perfeito, maravilhoso, por toda a eternidade.

 

Alegria

 

“Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa” (I João 1:4).

 

A alegria é um estado interior, mental, pelo qual nos sentimos contentes, as vezes exultantes. É satisfação, júbilo, prazer moral. Outros ainda incluem divertimento e festa. É o oposto de tristeza.

Nem sempre estamos alegres, as vezes somos levados a um estado mental de tristeza, havendo motivos para isso. Mesmo os fiéis cristãos podem sentir-se tristes.

Mas há ainda o conceito de felicidade, que seria muito bom incluirmos aqui. A felicidade é mais ampla que a alegria (ao contrário do que pensa José Marmion), ela inclui a alegria como uma de seus componentes. O cristão sempre é feliz, embora nem sempre seja alegre. A felicidade inclui outros componentes, como paz interior, esperança de um futuro melhor, certeza da proteção de DEUS, os efeitos da fé, a sensação de segurança da proteção divina, e assim por diante. Podemos, por momentos, estar tristes, mas, um cristão nunca será um infeliz. Quando um cristão está triste, falta-lhe apenas um dos componentes da felicidade, porém, nesses momentos, os outros componentes se tornam mais expressivos, como no caso, a esperança e o senso do poder de DEUS ao seu lado, pelo que se sente mais seguro, embora as perplexidades. Felicidade tem muito a ver com sucesso, êxito.

A felicidade, mais cedo ou mais tarde, leva sempre à alegria. Aqui na Terra podemos ter de passar por situações em que nos será impossível sermos alegres, mas, pelo poder de DEUS, sempre continuaremos felizes, nunca cairemos em tal extremo, como os ímpios, de chegarmos a ser pessoas infelizes. Um detalhe, a tristeza dos servos de DEUS, quando ela chega, nunca é tão extrema quanto a dos ímpios, é amenizada pelos demais componentes da felicidade. Por sua vez, a alegria, quando os cristãos a sentem, é muitíssimo superior ao que sentem os ímpios. Estes geralmente buscam alegria passageira, no álcool, nas drogas, das diversões, nos prazeres passageiros, e assim, de aventura em aventura, levam a vida, e pensam que ela é muito boa dessa maneira. A alegria dos servos de DEUS, mesmo ainda aqui na Terra, é muito superior que a alegria dos que não Crêem em DEUS.

 

 

Livre da culpa

 

“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em CRISTO JESUS” (Rom. 8:1).

 

Alguns conceitos importantes. Livre da culpa não é o mesmo que perda do senso de culpa. Senso de culpa não é o mesmo que senso de perda. Sentir-se culpado, quem sabe na maioria das pessoas não se enquadra no tipo de culpa que a Bíblia retrata. E não sentir-se culpado também.

Quando a Bíblia se refere a culpa, trata do sentimento de ser pecador, não do mal-estar por ter perdido privilégios em razão de uma maldade praticada. Nesse caso, não há um sentimento de culpa, mas um sentimento de perda do que não queria perder. Por exemplo, quantas vezes vemos um ladrão ser preso, e esconde o rosto, ou tem uma fisionomia triste. Muitos desses estão assim não por arrependimento do que fizeram, mas em razão das conseqüências, a eles, pelo que fizeram. Perderam a liberdade, vão passar uns tempos se poder praticar seus males, etc. Não é desse “senso de culpa” que JESUS nos liberta. Esse não é senso de culpa, mas senso de perda, o mesmo que Judas sentiu quando tudo deu errado para ele, e então se enforcou.

Por outro lado, cresce o número de pessoas que, embora pratiquem muitas crueldades contra o próximo, contra o patrimônio do próximo, nada sentem por isso (enquanto não perdem, por exemplo, a liberdade). Esse estado também não é estar livre da culpa, mas é ter a mente cauterizada aos apelos do bom senso, do Espírito Santo, da justiça, da honestidade, etc. Essas pessoas tornaram-se insensíveis quanto ao que é correto, e vivem sem preocupação quando a seus atos. Tal pessoa, parece que vive bem, mas na realidade, não é feliz como o genuíno cristão. Em seu interior acontecem sentimentos, por vezes, terríveis, dos quais, se a pessoa desejar, JESUS a pode libertar, devolvendo-lhe a capacidade de sentir-se culpada outra vez, e então buscar o arrependimento e o alívio de se sentir perdoada. Nesse caso, trata-se de uma tremenda reforma. Mas muitos não querem essa mudança, o desejo de ter riqueza fácil é mais forte que qualquer outro apelo nobre. Esses são fortes candidatos a um dia terem o sentimento de perda, não de culpa.

O senso de culpa é relativo ao que nós somos, o senso de perda é relativo ao que causamos e que resultou em algum prejuízo, a nós, ou a alguém que depois nos damos conta, não queríamos prejudicar tanto. Isso ocorre por falta de amor. Portanto, sentir senso de culpa é uma experiência de tristeza pela vida passada, uma vontade de arrependimento, um desejo de mudança, de reforma, uma necessidade de perdão. A pessoa sente vergonha do que ela foi e é, do que fez e faz, e não quer mais ser assim. Ela quer ajuda para mudar, sente necessidade de consertar os males que fez, e quer repor, se possível, as conseqüências de seus atos. Isso nem sempre é possível, mas o desejo ocorre, e a tristeza em razão de sua própria natureza abre possibilidades de que O Espírito Santo atue na mente e nas emoções (coração) dessa pessoa.

Quem se entristece dessa maneira, ao ter certeza do perdão de DEUS, sente um verdadeiro alívio, como que tendo se libertado de um fardo pesado demais para ela. O sentimento de liberdade da culpa permite outros sentimentos, ou certezas. A da vida eterna por exemplo, a de experimentar uma vida de transformação que ela passa a desejar. Quem se libertou do sentimento de culpa torna-se, se exceção, muito feliz, adquire uma superior qualidade de vida, trabalha melhor, relaciona-se melhor com outras pessoas, principalmente com a família e os familiares. Ela se converteu a CRISTO.

Atenção, há muitos que, mesmo dentro da igreja, por vezes sentem a perda, e há mais pessoas ainda que nada sentem, que perderam o senso de culpa. Esses estão na situação de pecado contra o Espírito Santo, e se permanecerem assim, se perderão para sempre, elas impedem que sejam perdoadas.

 

Nova aliança e novo coração

 

“E, assim, habite CRISTO no vosso coração, pela fé,estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de CRISTO, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de DEUS” (Efés. 3:17-19).

 

         A Lei no coração (ver II Cor. 3:3; Hebreus 8:10; 10:16 e Jer. 31:31 a 34), essa é a nova aliança. O amor no coração, assim foi ao ter DEUS criado tudo, assim será com a nova aliança da Lei no coração. Assim diz II Cor. 3:3, a Lei escrita em tábuas de pedra, ou seja, os Dez Mandamentos, não mais em tábuas de pedra, mas na mente e nos corações, ou seja o lugar verdadeiro da Lei é dentro em nós. Dessa forma DEUS habita em nós, ou seja, o Seu caráter será o nosso caráter, e Ele, então, estará em nós.

         A lição faz uma pergunta interessante: “O que significa um ‘novo coração’?Isso significa que, em nossa mente e em nossas emoções há um novo critério de julgar as coisas, o critério da Lei mora de DEUS, os Dez Mandamentos, enfim, o amor de DEUS. Por coração entende-se a mente e o raciocínio, que gera emoções de todos os tipos. Com amor no coração, geraremos pensamentos e atos que resultarão sempre em emoções agradáveis, aos semelhante e a nós. Assim seremos felizes por fazermos os outros felizes. É isso que DEUS quer em nós. Assim, tudo o que somos e o que fazemos estará alicerçado no amor, critério geral no Reino de DEUS, um reino eterno porque tem a estabilidade do amor. A estabilidade do amor resulta de duas coisas: uns servem aos outros, não mandam uns nos outros, e todos se amam. Uma sociedade assim é firme e estável, desde que todos continuem nessa condição. DEUS garante que após essa experiência de pecado, outra não haverá mais (ver Naum 1:9). Portanto, vale a pena vencer desta vez, não vai haver outra luta dessas.

         A Lei no coração resulta em uma nova vida, naturalmente voltada para a prática do amor. Isso acontece após o arrependimento da vida anterior. Então a pessoa não deseja mais ser o que era, mas quer, sinceramente, ser mudada pelo poder do Espírito Santo. Ela sente vontade de não prejudicar mais. Para tanto, ela torna-se dia-a-dia mais humilde e receptiva ao que de bom lhe chega, e aprende a viver pelo critério do amor em lugar do critério do ódio. Nos dias de hoje há um aprofundamento de muitas pessoas em processo de transformação, elas conseguem ser muito queridas em meio a tanto ódio. São pessoas verdadeiramente em processo de transformação pelo amor. Ao mesmo tempo, satanás, pela mídia, também faz seu trabalho contra a ação do Espírito Santo. Ele ensina as pessoas a gostarem do ódio, e assim, elas se odeiam cada vez mais. O terrorismo, a violência, a crueldade, etc., desses nossos dias, é resultado dessa escola global de satanás.

 

 

Nova aliança e novo coração

 

         “E, assim, habite CRISTO no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de CRISTO, que excede todo o entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de DEUS” (Efés. 3:17-19).

 

         Algo que impressiona é a abrangência do amor. O Universo, que nem sabemos qual é o seu tamanho, e talvez não possa ser mensurado, pois talvez seja infinito, não é tão grande quanto o amor de DEUS. O Universo foi criado pelos critérios do amor de DEUS, portanto, esse amor é ainda maior que tudo o que foi criado.

         Os Dez Mandamentos foram postos em duas tábuas de pedra em forma de dez itens. Essa é uma forma resumida da amplitude universal do amor de DEUS. Esses mandamentos alcançam o Universo, pois, por seus princípios, tudo o que é perfeito, está em harmonia.

         Da vastidão do que o amor criou e do que o amor sustenta, aqui estamos nós, destoando de tudo o mais. Enquanto os seres inteligentes do Universo adoram e amam o Criador, na Terra, há uma confusão de adoração que não pode ser descrita. Enquanto a natureza no Universo está em perfeita estabilidade, na Terra, ela se revolta, se contorce pelos maus tratos, e se manifesta em forma de catástrofes, cada vez mais intensas e em maior número. Assim foi a manifestação quando JESUS estava morrendo na cruz, a natureza, carente de seu Criador, não suportou a crueldade humana contra Ele.

         Mas, em meio a tanta controvérsia, o Salvador mantém um grupo de pessoas, o remanescente, fiel a Ele, que O Adora como Ele estabeleceu. Esse remanescente, como sabemos, inclui uma multidão de adoradores de outras igrejas, que se unem gradativamente a um único povo, cujos últimos sairão de babilônia, para então formar um único povo perfeitamente unido em CRISTO. Nos piores dias da história, tal como nos piores momentos do Mestre, quando o ódio se tornar mais intenso, a ponto de alcançar os limites da possibilidade de sua intensidade, pela nova aliança, o amor de DEUS resplandecerá como uma luz em meio as essas trevas do ódio. Ele resplandecerá dos corações dos adoradores que seguem as regras do amor. Ele resplandecerá desses corações porque neles foi renovado, restabelecido de seus anteriores hábitos maus, os quais essas pessoas não mais desejam. O poder da nova aliança, como podemos ver, se manifestará em maior intensidade em contraste ao ódio, ameaças, crueldade, guerras e rumores de guerras, nação contra nação e reino contra reino. O intenso amor no coração desses remanescentes fará um contraste com o mundo tal como contrastou o amor de JESUS, Ele pendurado na cruz, e em volta d’Ele, apenas ódio e vingança gratuitos. O contraste se repetirá, dessa vez, nos filhos de DEUS, irmãos de JESUS, servos seus, prestes a serem por Ele resgatados de tanto que se amam e O amam.

 

 

         Nova aliança e vida eterna

 

         “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em Mim não morrerá eternamente. Crês isto?” (João 11:25 e 26).

         A existência humana nada vale se a vida é apenas por algumas décadas. Tudo o que o ser humano possa possuir, perde o sentido, se apenas a morte é a garantia, e se apenas o fim é o futuro. As posses, as riquezas, os prazeres, são pouco, e não podem propiciar plenitude de felicidade não havendo a certeza de duração eterna.

         Os vencedores não experimentarão a segunda morte. Aqueles que tem parte da primeira ressurreição, não sofrem a segunda morte, que é eterna. A primeira morte, embora dolorosa, é vista pelo Céu como sendo apenas um sono. Da primeira morte, muitos ressuscitarão para a vida eterna, outros, para a morte eterna. Portanto, tudo o que fazemos aqui na Terra, perde o significado por causa da morte, pois tudo é temporário, passageiro. Para o túmulo onde todos os mortais vão (exceto aqueles que viverem nos últimos dias e que não verão a morte), nada se leva. Fica a lembrança, muitas vezes bem ruim, de quem ainda não foi para o mesmo lugar. Como será diferente a vida após a primeira ressurreição, quando então, tudo o que ali no Céu fizermos, teremos certeza, desfrutaremos para sempre.

Após mil anos, retornaremos à Terra. Após a sua purificação, então, aqui mesmo, será reinstalado o paraíso do Éden. Daquele dia em diante, após termos o privilégio de ver CRISTO em ação, recriando a perfeição em nosso tão prejudicado planeta, após esse ato, não teremos mais que ver nenhum sinal da ação e da influência do mal de satanás. Vai sobrar apenas uma lembrança do mal: as marcas nas mãos, nos pés e no lado do Salvador.

 

 

         Nova aliança e missão

 

         “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” )Mat. 28:19 e 20).

 

         Destaquemos o aspecto da ordem de ensinar nessa passagem. JESUS disse aos discípulos, e por eles, a nós todos, que contássemos a todo mundo o que sabemos a respeito da salvação. Mas, há uma espécie de advertência bem séria: que ensinássemos aquilo que Ele nos ordenou. JESUS jamais ordenou, por exemplo, que se devesse trocar do sábado para o domingo, que se adorasse Maria, que se proclamassem santos mortos para serem adorados, que se fabricassem ídolos de material e diante deles nos inclinássemos em adoração. Nem essas, nem muitas outras coisas mais. Ele nos deu o exemplo de vida, de obediência e de adoração, e é isso que devemos fazer e ensinar, nada além disso.

         A nossa missão é ir ao mundo e ensinar como viver melhor aqui na Terra, cuidando de nossa saúde, e como alcançar a vida eterna, perfeita e completa, que JESUS prometeu. Levar essas informações adiante torna-se motivo de grande alegria para quem nisso se empenha. Ele mesmo vive melhor, e se sente mais realizado. É um ato inteligente, pois, se deixa de investir demais aqui na Terra, de onde nada levamos para o túmulo, mas se investe no Céu. O que é investir no Céu? O material que lá iremos utilizar, é todo fornecido gratuitamente, o alimento também, casa e terras, idem. Lá não se trabalhará para o sustento, mas para o prazer de realizar algo com a inteligência que DEUS nos deu. Então, em que investiríamos no Céu? Em amigos! Será para nós algo muito emocionante ter amigos que lá poderiam estar ausentes se não fosse nossa ação aqui na Terra. Com essas pessoas teremos laços muito especiais, de profunda emoção. Eles serão a nossa glória, e brilharão em nossa mente e em nossa coroa. Tudo o que poderemos levar para o Céu, será o nosso caráter, mais nada, mas, poderemos ser motivo de outros também serem levados para a vida eterna. Eles serão os nossos troféus, e deles receberemos profunda gratidão ao longo de toda a eternidade. Essas pessoas estarão sempre vendo o que teriam perdido não fossemos nós. Hoje já sentimos algo agradável quando um ser humano se entrega a JESUS porque fizemos algo por ela, mas lá, sentiremos de verdade essa recompensa.

 

 

         Aplicação do estudo

 

         A nova aliança é um contrato definitivo, verdadeiro, firme, perfeito, de obrigações entre duas partes, DEUS e o ser humano, mediante o qual, este último pode alcançar a vida eterna plena e feliz. O sentido da palavra “aliança” é este: uma ação conjunta tendo por objetivo algo importante, nesse caso, o restabelecimento da vida.

         Houve três momentos aqui na Terra. O primeiro estendeu-se da criação até o dia da queda de Adão e Eva. O segundo, do dia do anúncio do sistema de sacrifícios, o mesmo da queda, até o dia da crucificação de JESUS. O terceiro momento, do dia da crucificação até a volta de JESUS, mas com repercussões eternas.

         O primeiro momento não compreendia uma aliança de restauração da vida, a vida estava garantida enquanto obedecessem o que DEUS lhes pediu. Esta era uma aliança de manutenção da normalidade, isto é, da vida e da felicidade, pelo governo do amor.

         O segundo momento é conhecido como o da primeira aliança, ou antiga aliança. Trata-se de uma aliança provisória enquanto amadurecessem as condições para o estabelecimento da aliança definitiva, na cruz. Veja bem, JESUS não poderia morrer por Adão e Eva naquela tarde em que eles pecaram. Tal procedimento impediria que muitas coisas a respeito da natureza de satanás viesse à tona, e permaneceriam dúvidas a respeito do caráter de DEUS ao longo da eternidade, ou até que outro rebelde se levantasse, sabe-se lá quando. Logo, a redenção deveria ser produto de um plano tão bem elaborado que a questão do pecado se resolvesse de uma vez por todas, que o mal não se levantasse pela segunda vez. Por isso, pela suprema inteligência de DEUS, foi feita uma aliança provisória. Mas há um outro motivo a mais. Enquanto se esperava a “plenitude dos tempos” para JESUS estabelecer a aliança definitiva, se não fosse realizada uma provisória, certamente a humanidade se separaria de tal forma de seu Criador que, decorridos os 4.000 anos entre a criação e a primeira vinda de JESUS, não houvesse mais nenhum ser humano disposto a ouvi-Lo. A aliança provisória (primeira aliança, ou velha aliança, ou antiga aliança) serviu para que a terrível questão do pecado não se apagasse da mente das pessoas, e que ficassem atentos ao grave problema do pecado, que seria resolvido em definitivo pelo sacrifício de JESUS.

         O terceiro momento transcorre do sacrifício de JESUS e vai até o fim do conflito do pecado, de um modo prático pelo qual podemos nos salvar, mas se estende, em seus efeitos, por toda a eternidade. Ele não tem caráter provisório. Quem aceitar essa aliança, é por ela salvo, e viverá eternamente em plena felicidade. O poderoso efeito dessa aliança não está numa nova lei, pois a Lei é a mesma, tanto no primeiro momento, em que ainda não havia pecado, quanto no segundo, em que veio a primeira aliança, e também no terceiro, em que veio a segunda aliança. A perfeição dessa aliança decorre dela ser ensinada para a mente e o coração pelo ensino de JESUS, pelo Seu exemplo e pelo Seu sacrifício perfeito. JESUS, O Mestre, podia ensinar obediência ao amor pois Ele sabe o que é o amor, podia dar o exemplo pois não tinha pecado, podia nos substituir na morte pelo mesmo motivo anterior, não tinha pecado. A Lei nunca mudou, mas a estratégia das duas alianças sim, devido as necessidades específicas de cada época: uma tinha caráter provisório, outra definitivo.

         Uma palavrinha sobre felicidade e alegria. Felicidade e alegria é algo que todos homens e mulheres buscam. Foi por esses requisitos de qualidade de vida que JESUS firmou seu ministério, anunciou as bem-aventuranças, ou seja, explicando como podemos ser felizes.

         Felicidade e alegria não são a mesma coisa. A felicidade é um conjunto de estados de espírito e a alegria faz parte como um componente da felicidade. A Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia explica algo sobre a felicidade. No Novo testamento, o termo grego escolhido é makarismós, que ocorre somente três vezes: Rom. 4:6, 9 Gál. 4:15, e que aparece no sentido de felicidade espiritual, de bem-aventurança. A forma adjetiva e o verbo ocorre por mais 52 vezes no Novo testamento, destacando-se as bem-aventuranças. É o alvo da vida.

         A felicidade pode ser descrita, segundo a obra citada, como um conjunto de virtudes, honra, bem-estar, fortuna, sorte, autocontrole, coragem, liberdade, prosperidade, atividade intelectual, atividade física, etc. No caso do ser humano espiritual, acrescente-se ainda os elementos da felicidade e do bem-estar espirituais, como senso de perdão dos pecados, a fé, o amor, a esperança, a segurança quanto ao futuro, etc. Nesse caso, acima do bem-estar físico, situa-se o espiritual.

         Ser feliz, conforme os dicionários, é ser abençoado, bem-aventurado, animado, afortunado, alegre, próspero, saudável, bem-sucedido, radiante, esperançoso. Por outro lado, ser infeliz é ser afligido, desanimado, melancólico, miserável, lamuriento, desapontado, triste e perturbado.

         A sabedoria também é uma fonte para a felicidade da alma, e CRISTO é a nossa sabedoria (I Cor. 1:30). A graça divina é outra fonte de felicidade espiritual. Sem ela, todos seríamos uns miseráveis e infelizes, ou, pensando ser felizes.

         Portanto, a alegria é um componente importante da felicidade, mas nem sempre presente. Podemos estar tristes, mas não sermos infelizes. Também é possível estarmos alegres embora sendo permanentemente infelizes. Assim é que o mundo em geral vive. O cristão é feliz muito mais pelo que ele espera do que pelo que presentemente possui. (A questão “2” da lição, na p. 158 inverteu os conceitos.)

 

         Amigo, o mundo, dirigido pelos homens com todo tipo de influência, tanto boas quanto más, vai de mal a pior. Sem dúvida estamos no final dos tempos de pecado. Pelo cenário profético, é essa a única conclusão. A volta de JESUS é para muito breve. Todas as profecias elencadas, algumas dezenas, que devem cumprir-se antes do desfecho (que é do decreto dominical em diante) estão se cumprindo paralelamente, ao mesmo tempo. Essa concentração profética jamais houve antes na história (veja no nosso site, em “Cenário profético”). Hoje é o tempo urgente de entregar-se a JESUS. Não importa se o amigo se sente um pecador irremediável, que não pode ser consertado. Sentindo-se assim, é um bom sinal. Aqueles que pensam ser muito bonzinhos, esses é que não tem remédio. Eles já se acham justos, e por eles, enquanto assim pensam, DEUS não pode fazer nada. Mas aqueles que se sentem maus, justamente esse é o sentimento necessário para que DEUS possa agir e ajudar. Sendo assim o seu caso, agora mesmo, dobre os seus joelhos e entregue-se a JESUS, o resto Ele fará. Depois, estude em sua Bíblia, e por ela, O Espírito Santo lhe ensinará as mudanças que deve fazer, e lhe dará forças para mudar. Vai haver surpresa após surpresa. Mas, caso esperar para por seus próprios esforços vir a ser suficientemente bom para essa entrega, a única coisa que assim vai conseguir é a morte eterna, após uma vida de ilusões, penando ser grande coisa. Não perca tempo, JESUS veio salvar pecadores, não aqueles que pensam ser santos aqui na terra. Aliás, aqui não existe nenhum santo, somente pecadores. Existem aqueles que pensam ser santos e aqueles que sabem que são maus (ver Rom. 3:10, 11 e 23; 5:12; II Cron. 6:36; Sal. 51:5; 53:3; 143:2; Ecle. 7:20). Esses últimos é que podem facilmente ser salvos.

 

         Conclusão do trimestre

 

         Em meio a uma vertiginosa escalado do ódio, tivemos essas lições maravilhosas da aliança de amor de DEUS com os homens de boa vontade. DEUS propõe parceria com os seres humanos, ao menos com o remanescente, aqueles que ainda desejam obedecer ao bom DEUS, uma parceria para a vida eterna e a felicidade completa. Enquanto os homens buscam a guerra e a morte, um pequeno grupo de servos de DEUS, em meio a esse caos de maldade, testemunha sobre o amor de DEUS pela humanidade. É o contraste da luz do amor em meio as trevas do ódio. Brilhe a tua luz, mesmo que seja a única em meio às trevas da mentira, da maldade, do engano, do ódio e da destruição. São os dias finais, que a tua luz sirva de testemunho de que amor existe, e que facilmente pode ser encontrado, se tão somente a pessoa o desejar. DEUS é amor!

 

 

 

Prof. Sikberto R. Marks

 

 

comentário iii

 

Lección 13
"La vida en el nuevo pacto"
(1 Juan 1, Romanos 8, Efesios 3, Juan 11, Mateo 28)   -   Marzo 29 del 2003

Introducción: ¿Como es la vida bajo el nuevo pacto? ¿Es buena ahora? ¿Si usted dice que "sí," entonces por qué Dios nos prometio un cielo en el futuro? Considere otro ángulo de esto. ¿Como era la vida para los hombres de antaño del "nuevo pacto" como Pedro y Pablo?  ¿Cómo se compara su vida a los hombres del "antiguo pacto" como Abraham e Isaac?  ¿Hay algo no tan obvio que hace la vida del "nuevo pacto" mejor?  ¡Entremos en nuestra lección y veamos lo que tiene que enseñarnos la Biblia!

I. Primera razón de Gozo: Jesús.

A.  Lea 1 Juan 1:1-2.  Juan nos da varias pistas sobre quién él está describiendo.  ¿Cuáles son las pistas en estos versículos?

1. ¿Quién usted piensa que Juan está describiendo? (Jesús.)

2. ¿Por qué es "palabra de la vida" un buen nombre para Jesús?  (Jesús es el mensaje de Dios acerca de la oportunidad para la vida eterna.)

B. Lea 1 Juan 1:3-4.  ¿Cual es la primera razón que Juan da para decirnos sobre sus experiencias con Jesús? (Para que podamos unirnos al grupo de los seguidores de Jesús.)

1. ¿Cual es la segunda razón que Juan da para decirnos sobre Jesús?  (Porque nos da alegría o gozo. No es claro si el Griego original dijo "nuestra alegría" o "su alegría.")

a. ¿Por qué el decir a otros sobre la "palabra de la vida" crearía gozo?

b. ¿Esa alegría sería mayor bajo el antiguo o nuevo pacto?  (Pienso que seria más fácil ahora tener gozo porque lo qué fue prometido ha sucedido.  Una persona de fe muy fuerte habría podido tener tanta alegría bajo el antiguo pacto porque creía qué sucedería.  Puesto que el substituto prometido por nuestro pecado ha venido, y ha vivido y ha muerto en nuestro favor, podemos ver que la promesa se cumplió.)

C. Lea 1 Juan 1:5-7. ¿Qué es un punto crítico de tener esta alegría del nuevo pacto?  (Hay que caminar en la luz. Vivir una vida de relación con Jesús. Para ésos que caminan en la luz, el sacrificio de Jesús en la cruz nos purifica de todo pecado.)

II. Segunda razón de Gozo: Cero Culpabilidad

A. Lea Romanos 8:1-4.  ¿Alguna vez ha soñado que usted cometió un crimen serio?  ¿Usted se preocupa que algún día usted pueda cometer accidentalmente un crimen?

1. ¿Usted ha cometido un crimen o ha hecho algún error moral serio en su vida?  (No necesita contestar a voz alta.)

2. ¿Cual es la parte peor (para usted) de hacer un error serio, o cometer un crimen o acabar de soñar que usted lo hizo? (Las consecuencias.  Una de esas consecuencias es la sensación de culpabilidad y de condenación.)

3. ¿Qué dice Pablo que nos da la nueva vida del pacto?  (nos libera de culpabilidad y de condenación.)

a. ¿Por qué? (El sacrificio de Jesús en la cruz, si estamos "en Cristo Jesús," nos libera de la condenación de la ley.)

4. ¿Qué obligación tenemos en el futuro de vivir una vida correcta?  Qué significa estar "en Cristo Jesús?" (Estos versículos en Romanos nos dicen que Jesús nos libró de la condenación de la ley  (la cuál no podíamos cumplir), ahora se espera de nosotros (v. 4) que vivamos una vida llena del Espíritu Santo.)

a. Lea Romanos 8:5-6.  ¿Qué significa vivir una vida llena del Espíritu Santo?

III. Tercera razón de Gozo:  Nueva Actitud

A. Al discutir una vida llena del Espíritu Santo nos conduce a la siguiente razón por la cual tenemos gozo.  Lea Efesios 3:17b-19.  Qué piensa que significa "ser arraigados y ser establecidos en amor?"

1. Nuestra lección (martes) sugiere que esto se refiere a nuestro amor por Dios y a nuestro amor por nuestro prójimo. Yo no estoy tan seguro.  Pienso que se refiere al amor de Dios por nosotros; que estamos cimentados firmemente en la creencia que Dios nos ama.  ¿Usted entiende que este texto se refiere a nuestro amor o al amor de Dios?

2. ¿Al amor de quién se refiere el
versículo 18?  (amor de Dios.)

3. El
versículo 19 nos dice que nosotros debemos conocer " este amor que sobrepasa todo conocimiento." ¿No es una contradicción en términos?

a. ¿Cómo podemos conocer algo que no se puede conocer?

b. ¿Qué piensa que significa esta frase?  (significa que podemos conocer el amor de Dios, pero no conocemos lo suficiente para poder entender Su amor. El amor de Dios está más allá de nuestra experiencia humana.)

B. ¿Cómo el ser "arraigado y establecido" en el amor de Dios afecta nuestra actitud hacia otros?

1. ¿Cómo afecta el que disfrutemos la vida?

IV. Cuarta razón de Gozo: La vida Por siempre

A. Lea Juan 11:21-22.  ¿Usted se acuerda de esta historia?  Los amigos de Jesús, Maria y Marta, habían enviado a alguien a buscar a Jesús porque su hermano Lázaro estaba muy enfermo y necesitaban la ayuda de Jesús.  Jesús retrasó su viaje hasta después de que Lázaro se empeoro y murió.  ¿Dígame qué pensamientos se reflejan en la mente de Marta en estos dos versículos?

B. Lea
Juan 11:23-24.  ¿Era la comprensión de Marta sobre la resurrección la misma que la suya?

1. ¿Era ésa una fuente de alegría para ella?  ¿O fue la "alegría" de ese conocimiento eclipsada por la muerte de su hermano?

C. Lea Juan 11:25-26. ¿Que te esta prometiendo Jesús?

1. ¿Cuan a menudo piensa usted en la jubilación?

a. ¿Cuándo usted piensa en la "jubilación," usted está pensando en los pocos años cuando usted este viejo, o de la vida eterna?

b. Nuestra lección (miércoles) dice "por supuesto, todos morimos."  Si eso es verdad, de que esta hablando Jesús cuando dice "quien cree en mí nunca morirá?"  (Los cristianos viven con la expectativa de que el "día final" vendrá durante su curso de la vida. El mensaje de Jesús para nosotros es que si vivimos para ver el día final, o si morimos antes de ese día, viviremos por siempre si creemos en El.  Algunos cristianos que estén vivos en la Segunda venida nunca morirán.)

V. Quinta razón de Gozo: Cambiar vidas

A. Lea Mateo 28:18-20¿Qué dos tareas nos da Jesús?  (bautizar y enseñar.)

1. ¿Cómo afectan su vida estas asignaciones?

a. ¿Son una fuente de alegría?

B. Nuestra lección (Jueves ) dice, "la mayoría de las cosas que hagamos en este mundo terminará cuando termine este mundo. Pero el llevar el evangelio a otros es un trabajo que hará una impresión en la eternidad."  Cuando leí esas palabras me golpeó algo y vi que partes de mi trabajo son mucho menos importantes que otros aspectos de mi trabajo.  ¿Amigo, Y que tal usted?  ¿Qué porción de su trabajo hará una impresión en la eternidad?

1. ¿El esfuerzo que usted pone en ciertas porciones de su trabajo esta en línea con el grado de su importancia eterna?

VI. La Próxima Semana: Comenzamos un nuevo trimestre de lecciones sobre el perdón. Nuestra primera lección es "Dios y el perdón."

Traducido por Estrella González