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Lição 11

8 a 15 de março


O santuário da nova aliança

Lição 1112003


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Josué 1–4

VERSO PARA MEMORIZAR: "Por isso mesmo, Ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados" (Heb. 9:15).

CERTA NOITE SEM LUAR, o céu estava preto como tinta, tudo cobria Frank na sombra enquanto ele caminhava pelas ruas vazias da cidade. Pouco tempo depois, ele ouviu passos atrás dele; alguém o seguia na escuridão. Ele manteve a caminhada, até que os passos chegaram mais e mais perto. Então, a pessoa o alcançou e disse:

– Frank, o impressor?

Os dois pararam. Frank mal podia ver o rosto e a silhueta de alguém que ele não reconhecia.

– Sim, sou eu mesmo. Você me conhece?

– Bem – respondeu o estranho – não conheço você, nós nunca nos encontramos antes. Mas conheço muito bem o seu irmão, e mesmo no escuro o seu jeito, seu modo de caminhar, sua figura, tudo me faz lembrar tanto dele que acabei concluindo que você era irmão dele, porque ele me disse que tem um irmão.

Esta história revela uma verdade a respeito do serviço do santuário israelita. A Bíblia diz que era uma sombra, uma figura, uma imagem, do verdadeiro santuário. Portanto, as sombras e imagens eram suficientes para prefigurar a morte e o ministério sumo-sacerdotal de Cristo no santuário celestial.


Domingo

Ano Bíblico: Josué 5–8

Relações

"Porei o Meu tabernáculo no meio de vós, e a Minha alma não vos aborrecerá. Andarei entre vós e serei o vosso Deus, e vós sereis o Meu povo" (Lev. 26:11 e 12).

Um ponto deve estar claro até agora: Seja na antiga aliança, seja na nova, Deus procura estabelecer uma relação íntima, de amor, com Seu povo. De fato, as alianças basicamente ajudam a formar (por falta de uma palavra melhor) as "regras" para essa relação.

O relacionamento é importantíssimo para a aliança, em qualquer época ou situação. Mas, para que exista uma relação, precisa haver interação, comunicação e contato, particularmente para com seres humanos pecaminosos, falíveis e céticos. Sabendo disto, o Senhor tomou a iniciativa de Se manifestar de tal forma que nós – nos confins da humanidade caída – possamos nos relacionar com Ele de modo significativo.

1. Leia Êxodo 25:8, o mandamento de Deus para Israel construir um santuário. Que razões Deus dá para querer um santuário?

A resposta a esta pergunta levanta outra pergunta: Por que Deus quer habitar no meio de Seu povo?

A verdade pode ser encontrada nos dois versos de hoje, mencionados acima. Note que Deus quer "habitar" (ou "morar") entre eles; então Ele diz que não os aborrecerá. A seguir, ele diz que "andará" entre eles e será seu Deus, e eles serão Seu povo (Lev. 26:11 e 12). Veja os elementos que existem nestes textos. Novamente, o aspecto relacional é destacado muito claramente.

2. Tome alguns minutos: analise estes dois versos e escreva como todos os elementos coincidem com a noção de que o Senhor busca ter uma relação com Seu povo.


Segunda

Ano Bíblico: Josué 9–13

Pecado, sacrifício e aceitação

"Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão" (Heb. 9:22).

O modo divinamente designado para o pecador do Antigo Testamento libertar-se do pecado e culpa era por meio dos sacrifícios de animais. As ofertas de sacrifícios dos israelitas são detalhadas em Levítico 1–7. Dava-se cuidadosa atenção ao uso e disposição do sangue nos vários tipos de sacrifícios. Realmente, o papel do sangue nos rituais de sacrifícios é uma das características unificadoras nos sacrifícios israelitas.

O pecador – que assim havia quebrado a relação de aliança e a lei que a regulava – podia ser restabelecido ao pleno companheirismo com Deus e com a humanidade quando trazia um sacrifício animal como substituto. Os sacrifícios, com seus rituais, eram o meio designado por Deus para efetuar a purificação do pecado e da culpa. Eles foram instituídos para purificar o pecador, transferindo o pecado e a culpa individual para o santuário pela aspersão do sangue, e restituindo plena comunhão do penitente com o Deus pessoal que é o Senhor Salvador.

3. Que significado profético havia no sacrifício animal? Isa. 53:4-12; Heb. 10:4

Os sacrifícios de animais no Antigo Testamento eram o meio divinamente ordenado para libertar o pecador do pecado e culpa. Eles mudavam a condição do pecador de culpado e digno de morte para a condição de perdoado e restabelecido à relação de aliança entre Deus e o homem. Mas havia um sentido em que os sacrifícios animais eram proféticos em natureza. Nenhum animal, afinal, era substituto adequado para expiar o pecado e a culpa da humanidade. O autor de Hebreus declara isso em sua própria linguagem: "É impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados" (Heb. 10:4). Deste modo, o sacrifício animal significava que o ofertante esperava ansiosamente a vinda do divino-humano Servo de Deus, que morreria como substituto pelos pecados do mundo. É por este processo que o pecador é perdoado e aceito pelo Senhor, e a base da relação de aliança é estabelecida.


Terça

Ano Bíblico: Josué 14–17

A substituição

"O qual Se entregou a Si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai" (Gál. 1:4).

Não há dúvida de que um dos temas-chave do Novo Testamento é que Jesus Cristo morreu como Sacrifício pelos pecados do mundo. Esta verdade é o fundamento de todo o plano de salvação. Uma cruz sem sangue não pode salvar ninguém.

4. Medite no texto de hoje e então responda a estas perguntas: Jesus morreu voluntariamente? Por quem Ele morreu? O que a morte dEle efetuou?

Substituição é a chave para todo o plano de salvação. Pelos nossos pecados, merecemos morrer. Cristo, em amor por nós, "Se entregou a Si mesmo pelos nossos pecados" (Gál. 1:4). Morreu a morte que nós merecíamos. A morte de Cristo como substituto dos pecadores é a grande verdade da qual nascem todas as outras verdades. Nossa esperança de restauração, de liberdade, de perdão e de vida eterna no Paraíso depende do que Jesus fez, ao dar a Si mesmo pelos nossos pecados. A salvação ocorre unicamente pelo sangue, o sangue de Cristo.

5. Leia estes textos. O que eles nos dizem sobre o sangue? Mat. 26:28; Heb. 9:14; I Pedro 1:19. Então, que papel tem o sangue no plano de salvação?

"Não é a vontade de Deus que você viva sem confiança e com o coração torturado pelo receio de que Ele não o aceitará por ser pecaminoso e sem préstimo. ... Diga: ‘Sei que sou pecador e essa é a razão por que necessito de um Salvador. Nenhum mérito ou bondade tenho pelos quais possa pretender a salvação, mas apresento diante de Deus o sangue expiatório do imaculado Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Essa é a minha única defesa.’" – Ellen G. White, A Fé Pela Qual eu Vivo [Meditações Matinais, 1959], pág. 102.


Quarta

Ano Bíblico: Josué 18–21

O sumo sacerdote da nova aliança

O santuário terrestre, onde Deus escolheu habitar com Seu povo, estava centrado no sacrifício de animais. Mas o serviço não terminava com a morte dessas criaturas. O sacerdote ministrava o sangue no santuário em favor do pecador depois que o animal era morto.

Mas todo o serviço era apenas uma sombra, um símbolo, do que Cristo haveria de fazer pelo mundo. Assim como os símbolos (o serviço do santuário) não terminavam com a morte do animal, a obra de Cristo por nós não se encerra com Sua morte na cruz.

6. Estude Hebreus 8:1-6. Escreva nas linhas abaixo, com suas palavras, qual é a mensagem de Deus para nós nestes versos. Pergunte a si mesmo: Como este texto nos ajuda a entender a nova aliança?

Assim como havia um santuário, um sacerdócio e um ministério terrestre sob a antiga aliança; existe um santuário celestial, um sacerdócio celestial e ministério celestial sob a nova aliança. O que não passava de símbolos, imagens e uma sombra (Heb. 8:5) na antiga aliança se tornou realidade na nova.

Da mesma forma, em lugar de um animal sem conceito moral como nosso substituto, temos Jesus sem pecado; em lugar de sangue animal, temos o sangue de Cristo; em lugar de um santuário artificial, temos o "verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem" (Heb. 8:2); e em lugar de um sacerdote humano, pecaminoso e sujeito a erros, temos Jesus como nosso Sumo Sacerdote ministrando em nosso favor. Com tudo isso em mente, pense nas palavras de Paulo: "Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?" (Heb. 2:3).


Quinta

Ano Bíblico: Josué 22–24

Ministério celestial

"Proque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo Céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus" (Heb. 9:24)

Estude este texto, particularmente no contexto no qual foi dado, explicando o ministério de intercessão de Cristo no Céu depois da morte sacrifical em nosso favor. Embora se possa dizer muito, queremos destacar um ponto, a expressão final, que diz que Cristo agora comparece diante de Deus por nós.

Pense no que significa: nós, seres humanos pecaminosos, caídos; nós, que seríamos consumidos pelo brilho da glória de Deus se a víssemos agora; não importa quão maus fomos ou quão abertamente violamos a santa lei de Deus, temos Alguém que comparece na presença de Deus em nosso favor. Temos um Representante diante do Pai trabalhando por nós. Pense quão amoroso, perdoador e bondoso foi Cristo quando esteve na Terra. Essa mesma Pessoa agora é nosso Mediador no Céu!

Esta é a outra parte das boas-novas. Jesus não só pagou a penalidade pelos nossos pecados, que assumiu sobre Si mesmo na cruz (I Pedro 2:24), mas agora está na presença de Deus, um Mediador entre o Céu e a Terra, entre a humanidade e a divindade.

Faz muito sentido: Jesus, como Deus e como homem (um Homem sem pecado, perfeito) é o único que poderia fazer a ponte sobre o abismo provocado pelo pecado entre a humanidade e Deus. O ponto crucial a lembrarmos em tudo isso (embora haja muitos) é que agora existe um Homem, um Ser humano, que pode Se relacionar com todas as nossas provas, dores e tentações (Heb. 4:14 e 15), nosso representante diante do Pai.

7. Quais são os dois papéis de Jesus, e como eram prefigurados no serviço do santuário terrestre? I Tim. 2:5 e 6

As boas-novas da nova aliança é que agora, por causa de Jesus, os pecadores arrependidos têm Alguém que os representa no Céu diante do Pai, Alguém que conquistou para eles o que nunca poderiam obter por si mesmos, a justiça perfeita, a única justiça que pode comparecer à presença de Deus. Jesus, com aquela perfeita justiça, obtida por Sua vida de sofrimento (Heb. 2:10), comparece diante de Deus, reivindicando para nós perdão para o pecado e poder sobre o pecado, porque sem estes não teríamos esperança, nem agora e nem no juízo.


Sexta

Ano Bíblico: Juízes 1–3

Estudo Adicional

"O mais elevado anjo do Céu não tinha poder para pagar o resgate de uma só alma perdida. Querubins e serafins só têm a glória com a qual são dotados pelo Criador, como Suas criaturas que são, e a reconciliação do homem com Deus só podia ser realizada mediante um Mediador que fosse igual a Deus, possuísse atributos que dignificassem, e o declarassem digno de tratar com o infinito Deus em favor do homem, e também representasse Deus a um mundo caído. O substituto e penhor do homem tinha de ter a natureza do homem, ligação com a família humana a quem devia representar, e, como embaixador de Deus, devia participar da natureza divina, ter ligação com o Infinito, a fim de manifestar Deus ao mundo, e ser mediador entre Deus e o homem." – Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 257.

"Jesus continua: Se vocês Me confessarem diante dos homens, Eu confessarei seu nome diante de Deus e dos santos anjos. Vocês precisam servir de Minhas testemunhas na Terra, condutos por onde Minha graça possa fluir para cura do mundo. Assim, serei seu representante no Céu. O Pai não vê seu caráter defeituoso, mas os olha revestidos de Minha perfeição. Sou o meio pelo qual as bênçãos do Céu descerão a vocês. E todo aquele que Me confessa, partilhando Meu sacrifício pelos perdidos, será confessado como participante na glória e alegria dos salvos." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 357.

PERGUNTAS PARA CONSIDERAÇÃO:

1. Leia Romanos 5:2, Efésios 2:18 e 3:12. O que estes textos estão dizendo para nos ajudar a entender o acesso ao Pai por meio de Jesus?

2. Examine a segunda citação de Ellen White acima. Note como a Sra. White explica o papel do Mediador. Quando o Pai olha para nós, não vê nosso caráter defeituoso, mas a perfeição de Cristo. Comente com a classe o que isso significa.

3. Com base no que estudamos nesta semana, como você responderia a esta pergunta: "Tudo bem, então Cristo está no santuário celestial. E agora? O que significa isso em termos diários, práticos?"

RESUMO: O sistema sacrifical da antiga aliança foi substituído pelo novo; em vez de animais serem sacrificados por sacerdotes pecaminosos, em um santuário terrestre, agora temos Jesus, nosso Sacrifício perfeito. Ele nos representa diante do Pai no santuário celestial, que forma a base da nova aliança e suas promessas.


 

Auxiliar e Comentários Adicionais


Esboço

Texto-chave: Hebreus 9:15

Objetivos:

1. Definir a importância do santuário para os israelitas.

2. Ilustrar as semelhanças entre o santuário e Cristo como nosso substituto.

3. Explicar a importância de Cristo como nosso Mediador.

Esboço:

I. Uma relação divina.

A. A aliança fornece os parâmetros da relação.

B. Deus tomou a iniciativa da interação, comunicação e contato.

C. A humanidade só precisa aceitar a graça de Deus.

II. A aliança do santuário

A. Um meio de purificar.

B. Unicamente mediante o sacrifício a humanidade poderia libertar-se do pecado e da culpa.

C. O santuário não era um substituto, mas uma profecia do papel de Cristo em nossa salvação.

III. Simbolismo do santuário

A. Cristo como nosso Cordeiro sacrifical sobre o altar.

B. Seu sangue expiou nossos pecados diante de Deus.

C. Cristo, como nosso Sumo Sacerdote e Mediador, está apelando pelo nosso caso diante de Deus.

Resumo:

O santuário terrestre simboliza a obra de salvação, que continua ainda hoje. Cristo permanece no papel de Sumo Sacerdote, mediando diante de Deus no Lugar Santíssimo. Sua pureza diante de Deus tem os méritos que nossa natureza pecaminosa não é capaz de oferecer.

Comentário

Pelo sistema do santuário, a nova relação de Israel com Yahweh indicava como o Calvário se tornaria um anteparo carmesim da graça para barrar a invasão dissimulada do pecado. Essa nova relação teria seu centro em rituais aspergidos com sangue, que se tornaram o portal pelo qual o eu poderia ser destronado e crucificado.

I. Relações

"Quando morreu a morte que era nossa, Cristo venceu o pecado por nós. A fim de vivermos livres desse pecado, devemos participar da morte de Cristo, morrendo nós mesmos para o pecado. Quando o Espírito Santo nos chama para a fé, na verdade somos chamados para ir e morrer. "E que morte gloriosa é esta! Creio que muitos nunca aprenderam realmente a viver felizes como cristãos porque nunca aprenderam o que significa morrer. A morte cristã para o pecado é o abandono de tudo o que poderia se interpor entre nós e nossa caminhada com Jesus Cristo. É um reconhecimento de nossa pecaminosidade e necessidade da salvação conquistada para nós na cruz. É o arrependimento de nossas tentativas de fazer as coisas por nós mesmos. É a renúncia de nosso egocentrismo e, portanto, é um verdadeiro ‘morrer para o eu’. É a abertura das cadeias que nos prendem, os temores que nos apertam, as ansiedades que nos oprimem e o desespero que torna nossa vida sem sentido. É o esquecimento de nosso próprio programa de trabalho, a desistência de nossos esforços egoístas para alcançar uma versão mundana de sucesso, posição, honra e felicidade." – Scot R. Rodin, Stewards in the Kingdom, pág. 155.

II. Pecado, sacrifício e aceitação

"O pecador então amarrava as pernas da frente do animal e, colocando um nó corrediço ao redor das pernas traseiras, ajuntava as quatro. Assim presa, a criatura caía de lado, com a cabeça voltada em direção ao lugar santíssimo. "Em seguida, o adorador ‘colocava’ ‘as duas’ mãos... sobre sua cabeça, para simbolizar a transferência de seus pecados para seu representante. O verbo dá a idéia de que ele descansava todo o seu peso sobre a criatura. ... "Com as mãos transferindo sua culpa sobre a cabeça da vítima, e com o rosto voltado para o santíssimo, o penitente confessava silenciosamente seus pecados a Deus, e prometia corrigir-se com a antiga oração hebraica que concluía com as palavras: ‘Eu volto arrependido e peço que isto seja para minha expiação [literalmente, cobertura].’... "O pecador então pegava a faca e deliberadamente cortava a garganta da sua vítima (Lev. 1:5 e 11). Por este ato pessoal, ele reconhecia que seu pecado era a causa da morte de seu representante. ... Sua submissão no rito mostrava que aceitava a reivindicação da lei inalterável de Deus, concordava que a morte era resultado de sua transgressão e afirmava que sua única escapatória era pela morte vicária da Pessoa que tomaria seu lugar."Hardinge, págs. 371 e 372.

III. A substituição

"Cristo é nosso justo substituto. "O plano de enviar um segundo Adão, um substituto, não foi formulado no momento da primeira transgressão. Foi um plano ‘conhecido... antes da fundação do mundo’ (I Pedro 1:20). "O Substituto teria sucesso onde Adão falhou. Ele provaria que Adão não tinha que pecar, que Adão poderia ter prevalecido sobre a tentação, que os mandamentos são possíveis de se obedecer e proveitosos para a humanidade. "Adão caiu em um Éden perfeito – Jesus teve sucesso em uma ímpia Nazaré. Sendo portador dos fardos da honra do Seu Pai e da redenção do Seu povo, Cristo travou a batalha do pecado em nossa armadura inadequada, estes fracos corpos humanos. "E Ele venceu! O Cordeiro prevaleceu!" – Calvin Rock, Seeing Christ: Windows on His Saving Grace, págs. 65 e 67.

IV. O sumo sacerdote da nova aliança

"Quando se fala de Cristo como... sumo sacerdote, não é impróprio acrescentar que Ele é nosso único sacerdote. Ele tem uma relação exclusiva com Deus: Só Ele, e nenhum outro, pode nos representar. Os sacerdotes dos tempos do Antigo Testamento serviam como tipos do verdadeiro Sacerdote que viria. Os apóstolos e ministros dos tempos do Novo Testamendo nunca são chamados sacerdotes, nem apresentam a função de sacerdotes. Não existe senão um Mediador entre Deus e os homens. "A primeira função importante de um sacerdote era oferecer sacrifícios, ‘fazer propiciação pelos pecados do povo’ (Heb. 2:17). ... O Sacrifício perfeito que [Deus] ofereceu foi Ele mesmo. "Cristo então ocupou o duplo papel de ofertante e oferta, de